| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Furnariides |
| Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988 | |
| Parvordem: | Furnariida |
| Superfamília: | Grallarioidea |
| Sclater & Salvin, 1873 | |
| Família: | Rhinocryptidae |
| Wetmore, 1926 | |
| Subfamília: | Scytalopodinae |
| Müller, 1846 | |
| Espécie: | S. novacapitalis |
Espécie endêmica do Brasil. O tapaculo-de-brasília (Scytalopus novacapitalis) ou macuquinho-de-brasília é uma ave passeriformes da família Rhinocryptidae.
Seu nome científico significa: do (grego) skutalë, skutalon = vara, porrete; e pous = pé; e de novacapitalis = referente a região da nova capital do Brasil, Brasília fundada em 1960. ⇒ (Ave) de Brasília com pé de vara ou (pássaro) da nova capital com pé de vara.
Seu tamanho e de 11cm, 18,9g. Partes superiores cinzento-escuras, partes inferiores cinzento-claras; loro esbranquiçado; bico curto escuro provido de uma “tampa” sobre a narina (opérculo nasal), mandíbula um pouco mais clara; pernas claras, marrom-amareladas ou rosadas (não pardo-escuras como em Scvtalopus speluncae que é menor),cauda é pequena e levantada. Voz: o canto lembra o de S. speluncae sendo, porém, compassado “chet-chet-chet …”, ou “ük-ük-ük …“ou “tóc-tóc-tóc … ” o ritmo é bem menos apressado que o de S. speluncae; esta seqüência, um tanto ascendente, pode seguir sem interrupção dois minutos ou mais; às vezes um segundo indivíduo, provavelmente a fêmea, responde com uma seqüência mais alta “wit…”, “tchâ, ta, ta” (advertência); quando torna-se irritado, em defesa do território após play-back, a dita seqüência monótona longa torna-se curta e termina com um áspero “tsa, tsa, tsa …”, que corresponde à advertência.
Curiosidades:Raramente voam (algumas variedades quase perderam capacidade de voar), mas correm com muita rapidez e escondem-se ao menor sinal de perigo. Este tapaculo foi descoberto na época da construção de Brasília.
Habita o sub-bosque de florestas de galeria e, ocasionalmente, áreas de florestas secundárias, próximas a cursos de água,no nível do solo, entre a folhagem e vegetação densa, rica em samambaia (Blechnum brasiliense) e palmito-juçara (Euterpe edulis), ocupando o nicho ecológico de pequenos roedores.
Ocorre no Distrito Federal, Formosa-GO e sudoeste de Minas Gerais.